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Viajando sem dor de cabeça!


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Em época de férias muitos tutores não gostam de deixar seus bichinhos em casa ou em hotéis, por isso, mesmo que a viagem seja de avião, eles preferem levá-los consigo. Mas nesses casos existem diversas normas e regras a serem seguidas para poder levar seu gato ou cachorro no voo. É importante estar atento, essas normas mudam de acordo com o tipo de viagem, se é nacional ou internacional, e de país para país. Fique atento!

 

Viagens Nacionais


Atestado sanitário emitido pelo veterinário, o qual garante que o pet está em boa saúde;
Carteira de vacinação antirrábica atualizada;
Verificar com a companhia aérea escolhida sobre as exigências do tamanho e material da caixa de transporte;


Viagens Internacionais


Países do Mercosul
Passaporte para Cães e Gatos, o qual é emitido pela Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e legalizado pelo auditor fiscal federal agropecuário médico-veterinário. Precisar ter todos os dados do animal, principalmente das vacinas aplicadas;
Microchip de identificação;


Países da União Européia
Microchip de identificação;
Vacina contra a raiva. Após a vacinação o tutor deverá levar o pet para realização de um exame de sorologia, o qual precisa ser enviado ao único laboratório credenciado a fazer esse tipo de exame no brasil. Depois de 90 dias da realização do exame, o dono do pet deverá levá-lo a um dos postos do Vigiagro com o resultado do exame em mãos, atestado sanitário e carteira de vacinação para solicitar a emissão do CVI (Certificado Veterinário Internacional);


Japão
Exame de sorologia para emissão de CVI;
Comunicar as autoridades sanitárias locais com 40 dias de antecedência da viagem;


Estados Unidos e Canadá
Atestado Sanitário;
Comprovante de vacinação antirrábica para emissão do CVI;


ATENÇÃO! Todo esse processo para os países da União Europeia pode levar até 120 dias e para o Japão 180, por isso é importante que o tutor se antecipe para não perder a viagem.

Voltando pra casa
Para que o pet possa voltar ao Brasil sem problemas, é necessário que o país de procedência emita um CVI, atestando a vacinação contra a raiva e o tratamento contra parasitas.

Referência: Revista Negócios Pet, ed. 157, pág. 14.

Fonte: Doutor Pet

 

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